Homens e Mulheres

terça-feira, 14 de abril de 2009


Conversando com um amigo sobre nossos posts, os quais mostram a visão feminina e masculina sobre as coisas, lembrei também de um livro que li há uns 2 anos atrás (Homem cobra, Mulher Polvo - Içami Tiba).

Mulheres e homens, sempre com suas diferenças de pensar, de agir, de viver...

Eles, racionais, práticos, diretos...

Elas, setimentais, criativas, prestativas...


Diferenças e diferenças...


Bom..vejamos uma situação simples do cotidiano de qulquer casal... (retirada do livro)


Polvo(mulheres) e Cobra(homens) vão ao banheiro

As diferenças entre cobras e polvos já são perceptíveis antes mesmos de entrarem no banheiro.
A caminho , a polvo anuncia em alto e bom som seu estado fisiológico por onde vai passando: ah,
estou tão apertada! O que sempre me intrigou era para quem ela estaria dizendo isso, já que ninguém
lhe perguntara nada... Então outra polvo, conhecida da primeira ou não, capta a mensagem e logo
corresponde: eu também! E lá vão as duas ao banheiro batendo o maior papo.
Ninguém consegue falar com um cobra que está a caminho do banheiro com passos largos e
apressados, a cara fechada num ar agoniado e solene. Quem quiser lhe perguntar algo que lhe dê uns
toques no ombro. Então, o cobra pára e ouve, já que andar, controlar a bexiga e conversar são coisas
demais para fazer ao mesmo tempo.


Diferenças bobas, pequenas, mas com seu tom de realidade. Nós estamos sempre à postos, a ouvidos...homens, estão sempre com pressa, correno.

Claro, claro que não vou generalizar as coisas. Há muita mulherzinha cobra e muito homem polvo por aí.


Cobras.. diretos, práticos, racionais

Polvos... prestativas, criativas, sentimentais


Mas, toda esta diferença de pensar, de agir, de entender as coisas é o tempero!

Tempero que une os casais, que faz o amor ser esta coisa maluca e gostosa, que estamos sempre correndo atrás e jamais desistindo um do outro!


BEIJO, na visão feminina: [tem que haver cumplicidade, tem que haver carinho, tem que haver sentimento]


ORGASMO, na visão masculina: [O clímax é esse instante pré-orgásmico, o ponto mais alto da fase da meseta, quando a temperatura subiu ao seu máximo e cada carícia estimulante produz uma descarga feroz que paralisa o corpo num calafrio gostoso, o companheiro sexual que a transporta até esse clímax tem então a palavra].


Simplistas, profundos, práticos...

Um não vive sem o tempero e carinho do outro!


Beijos!



=>Quem quiser baixar o livro Homem cobra, Mulher polvo..ta aí: http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1177932


5 SERES IMAGINÁRIOS:

Panda! disse...

A eterna "guerra" dos sexos.
Nunca li este livro, Mary, mas parece bem interessante. Não tenho muito o que falar a respeito do tema, além de que isso vai se perpetuar por toda a existência.
Homens são diferentes de mulheres, mas no fim somos todos humanos.

Flavinha disse...

Belo post amiga...de novo! heheh
Acho que essas diferenças são o complemento, o tempero, como tu mesma disseste...aí que está a graça ou graciosidade de um relacionamento! Pra que alguém igual à mim, se já tem eu??! Meio sem sentido, e eu acredito que a maioria de nós busca no "outro" o que falta à si mesmmo...
Era isso...tudo já foi dito no post!
Te cuida amore..
BjãoOoO ^_^

Alexandre Valêntulus disse...

Oi mina...

teu post complementa o meu. Porém o teu chega mais próximo da simplicidade originária que'u desejo compreender. Bom... acho que este é um essencial diferencial entre Homem e Mulher,pois esta me parece estar mais próxima da vida-ela-mesma,, por conta da sua relação mais intuitiva com seu existir: relação não-complexa, mais dada e simples... quiça cumplicidade. Eu acho isso muito curioso! Percebo mais intensamente isso na sexualidade. O homem busca o sexo para se sentir bem consigo mesmo; a mulher para, fazer sexo, precisa, primeiro,estar bem consigo mesma. Não há aqui uma diferença, ou ao menos, um indicativo de que os gêneros se comportam distintamente? Pode ser bacana pensar isso.

Mundo selvagem disse...

Li esse livro, é muito legal mesmo!!!!:D

Coisas de Lulu disse...

Texto interessante.

Valeu, Mary!

 
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